A pele é um órgão complexo que protege o organismo do stress ambiental. A epiderme, camada mais superficial da pele, desempenha um papel essencial de protecção, de nutrição e de trocas (respiração e eliminação).
As suas funções vitais dependem da boa actividade dos queratinócitos (células da epiderme) e da boa qualidade do cimento intercelular, espécie de escudo que liga as células à superfície.
Para lutar eficazmente contra a desnutrição da pele é essencial nutri-la intensamente, para restabelecer e reforçar a função de barreira cutânea restaurando o cimento intercelular. Por outro lado, é necessário regenerar as células reparando as membranas celulares.
Assim revitalizadas, as células reencontram a sua estrutura funcional e uma actividade óptima; as trocas são totalmente restauradas e optimizadas.
Pioneiros na utilização do óleo de argão em dermo-cosmética há mais de 20 anos, os Laboratórios GALÉNIC apresentam um conhecimento profundo de toda a riqueza dos frutos de argânia, concretizado pelo registo de 4 patentes exclusivas.
Os Laboratórios Galénic foram um dos primeiros laboratórios no mundo a descrever a composição química da fracção insaponificável do óleo de argão e a demostrar os seus benefícios cosméticos no final dos anos 70, trabalhando em parceria com os Prof. Soulier e Farines.
1983
Patente registada sobre o modo de extracção do óleo de argão e sua utilização em cosmética.
Graças a esta patente, a Investigação Pierre Fabre foi a primeira a desenvolver a sua aplicação em cosmetologia.
1986
Galénic dá mais um passo na prevenção do envelhecimento,
com o lançamento do Creme Nutritivo ARGANE destinado às peles secas.
1994
Patente registada sobre o enriquecimento da fracção insaponificável do óleo de argão.
Patente registada do processo de obtenção e das formulações contendo este óleo enriquecido. A linha ARGANE beneficia dos últimos avanços da Investigação Pierre Fabre com esta patente sobre o enriquecimento do óleo de argão para uma acção revitalizante optimizada.
1996
Patente registada das composições que associam o óleo e os péptidos de argão
na luta contra o envelhecimento cutâneo.
2002
Descoberta e identificação do delta 7,
fracção activa do óleo de argão com eficácia anti-envelhecimento/anti-flacidez comprovada. Este p. activo actua no coração dos queratinócitos para reactivar todos os mecanismos anti-flacidez naturais da pele.
sobre a utilização de um extracto insaponificável de polpa de frutos de argão utilizável em cosmetologia, no eixo anti-envelhecimento.
Todas estas patentes permitiram o desenvolvimento de um óleo de argão único, com uma eficácia largamente comprovada.
A sua extracção sem torrefacção nem solventes químicos permite a obtenção de um óleo de rara qualidade, perfeitamente controlado e sobreconcentrado em princípios activos. As suas virtudes são excepcionais para nutrir e regenerar as peles secas, e também para lutar contra o envelhecimento cutâneo.
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Replantar as argânias; |
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Desenvolver e proteger os equilíbrios naturais; |
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Melhorar o nível de vida das populações locais; |
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Desenvolver a investigação científica sobre a argânia tanto no domínio da saúde como no da beleza. |
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O poder nutritivo do óleo de argão:
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Pele nutrida: 93%(1)
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Pele revitalizada: 84%(1)
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Inovação anti-envelhecimento, o extracto de polpa de argão:
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Pele redensificada: 77%(2)
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Traços redefinidos: 68%(2)
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Contorno do rosto remodelado: 72%(2)
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| (1) % % de satisfação - teste de utilização em 101 mulheres durante 21 dias - Óleo Precioso |
| (2) % de satisfação - teste de utilização realizado em 60 mulheres durante 21 dias - Cuidado Tensor Redensificante |
Apesar da sua enorme resistência, a Argânia encontra-se actualmente ameaçada devido a uma desflorestação intensiva desencadeada no início do século XX. O seu desaparecimento seria terrível para a região, pondo em risco a manutenção e o equilíbrio do ecossistema.
Desde 1998, as argânias foram declaradas reserva de biosfera do reino de Marrocos pela UNESCO pela sua contibuição para o desenvolvimento ecológico, económico e social, e científico desta região.
A noção de reserva da biosfera, criada no final dos anos 60, permite conciliar a conservação da biodiversidade e o desenvolvimento socio-económico